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Wania Weebly

Sou uma mulher apaixonada pelo budy art. Sou mãe, casada, avó e estou aqui para prestar meus serviços para empresas interessadas em ter sua marca pintada em meu corpo. Atuo em feiras, eventos, publicidade para TV, Revistas, OutDoor e fotos.

DATA NASCIMENTO: 12/04/1974
Cor do cabelo: Castanho

Cor dos olhos: Mel
ESTADO CIVIL: Solteira

ALTURA: 1.62 cm

PESO: 55.03 kg
MEDIDAS:
BUSTO: 44 cm
CINTURA: 38 cm
QUADRIL: 80 cm
Calçado: 38

OUTRAS: sou falsa magra ..

Vhania Weebly é uma mulher bonita, charmosa, elegante, sedutora, culta, simpática, inteligente, casada, dona de casa, mãe, preocupada com o meio ambiente, empreendedora que apostou na possibilidade de aparecer ao lado de sua marca ou produto para a  sua propaganda e a sua publicidade em anúncios de revistas, jornais, televisão, outdoor, busdoor e indoor.

Disponível para atender empresas, produtoras, agências de propaganda, fotógrafos e estúdios fotográficos que buscam uma imagem de um mulher brasileira para atingir o consumidor brasileiro.

Mesmo que a indústria da propaganda só reproduza os preconceitos existentes na  sociedade, o que é evidente nos clichês dos comerciais cor de rosa destinados  especificamente ao público feminino, é irônico pensar que os publicitários costumam desconsiderar o fato de que as mulheres representam mais de 50% do mercado de consumo no Brasil. Além de metade dos lares do país serem administrados por mulheres, em todas as situações elas têm um enorme poder na decisão da compra.
Uma pesquisa do Boston Consulting Group (BCG) mostra que nos próximos anos a renda feminina mundial deverá receber um incremento de cinco trilhões de dólares, chegando a 18 trilhões. A pesquisa também nos classifica como a maior esperança de crescimento para diversos países.

 Com a arte e a beleza do corpo

 

Imagine uma mulher bonita com o corpo todo pintado desfilando na frente da sua loja? Toda a cidade vai ver e comentar do fato da sua loja ou não?

Houve um tempo em que a publicidade pouco ligava para as mulheres. A bem da verdade, costumava se referir a elas num tom que deixa com cabelo em pé as feministas de plantão, tamanho o nível de machismo das mensagens. Nos idos de 1940 e 1950, não existia a patrulha do que hoje se convencionou chamar de politicamente correto, e os anúncios em estilo vintage ainda causam risadas e indignação na mesma intensidade.

Décadas se passaram, revoluções aconteceram e novas percepções se enraizaram na cultura. Inclusive na propaganda, que vive de sussurrar nos ouvidos dos consumidores o que eles querem ouvir. Todos sabem que ela sempre dança conforme a música. E se os estudos comprovavam que as mulheres tinham outros objetivos, passavam a ter independência e mais poder de compra, surgia ali um novo nicho a ser explorado.

“Houve uma evolução natural, não uma conquista. Antigamente a propaganda dirigida à mulher queria que ela influenciasse o marido na compra, só que hoje ela mesma é a compradora. Foi a necessidade mercadológica que fez isso porque a mulher não investe mais só em beleza”, diz a professora e pesquisadora da ESPM Selma Felerico.

É bem verdade que elas invadiram o mercado de trabalho. Pesquisa divulgada esta semana pela Catho Online informa que o público feminino responde por 48% dos cargos de supervisão e 64% dos de coordenação. Um baita avanço que naturalmente reflete no potencial de consumo. “As mulheres criam, planejam e são decisoras. A propaganda não cria o hábito, mas cria necessidade e, por isso, o mercado começou a falar diretamente com elas”, avalia Selma. Fonte:
UchoInfo

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